Visagismo e os Formatos de Rostos Primários

1. Introdução

A palavra Visagismo possui um significado com base no “visual”. Dessa forma, fica clara a relação dos rostos com as ferramentas e tópicos do projeto.

Existem no nosso mundo, diversos formatos de rostos que grande parte da sociedade e até mesmos profissionais visagistas desconhecem. É de crucial importância, ressaltarmos a particularidade que cada cliente possui.

Personalidades humanas são diferentes de pessoa para pessoa, cidade entre cidade e costumes de cada país.

2. Ciência Visagista

Se fossemos usar o mesmo método para cada situação envolvendo diferentes clientes, a ciência do Visagismo não conseguiria finalizar projetos com eficiência e singularidade.

Para entendermos a relação dos rostos e seus formatos com o ensino e métodos do Visagismo, precisamos seguir uma espécie de linha do tempo.

Primeiro, observamos que as ferramentas dessa área são fundamentais e se aplicam aos diferentes casos de modificação.

Entretanto, para cada objetivo deve ser traçado um esquema que transponha de forma verdadeira e real aquilo que se pretende conquistar ao final do procedimento.

Em vista disso, devemos nos ater em primeira mão às questões primárias. Os formatos de rostos primários são classificados da seguinte forma:

3. Classificação dos formatos

A partir da classificação apresentada, as manipulações, estudos e projeções das metas a serem alcançadas se tornarão mais fiéis ao cliente e seus anseios e facilitará o caminhar do processo.

Atenção para classificações que não estão dentro das apresentadas. Afinal, não é possível definir um rosto, por exemplo, como formato oval.

Ovos não apresentam uma forma geométrica definida, dessa forma não podem ser considerados como exemplos de estudo para desenvolver as questões físicas e, consequentemente, de aparências.

4. Produtos e empresas

Existe também outra classificação em relação a um tópico de estudo dos rostos primários. Essa se enquadra em questões que envolvem produtos e corporativas.

Estamos nos referindo às cores utilizadas durante a criação de uma marca, produto, empresa ou qualquer outra plataforma que lida direta e indiretamente com o público.

O grupo alvo deve como relatado no artigo Platão e a beleza através do olhar de um visagista, se sentir atraídos pela forma visual que se apresenta o objeto de pesquisa.

5. A escolha das cores

As cores primárias e que dão origem às demais formas vetoriais visuais, são classificadas em:

Para utilizar dessa ferramenta é preciso ter um estudo prévio de como a sua presença em determinados locais de trabalho (produtos ou corporativas) afetam sentimentalmente o receptor das informações. Não é um trabalho intuitivo ou lógico.

Existe um padrão de ensinamentos que deve ser levado em conta (e com seriedade) para que se obtenha o resultado esperado.

Para uma empresa que lide com produtos alimentícios, não se pode utilizar cores claras (azul) ou tons baixos.

Esses são indicados para ambientes que lidem com estética, saúde e outras categorias semelhantes.

No caso relatado, deve-se criar o esquema com cores vivas e chamativas (vermelho e amarelo) ou através da sua mistura obter outras cores derivadas dessa combinação.

Isso tudo pode ser estudado e comprovado com a Teoria das Cores.

Para Teoria das cores, 2016, estes são sistemas de cores que visam organizar e racionalizar o estudo das cores no intuito de se constituir uma teoria das cores, no entanto a harmonia entre as cores não é assim tão objetiva.

Hoje se sabe bem que a cor é um fenômeno subjetivo, pois ela é constituída de ondas eletromagnéticas de uma faixa de frequência tal que as colocam dentro do que se denomina espectro visível, ou seja, a faixa de frequência daquelas ondas que são captadas pela sensibilidade dos olhos humanos.

Animais veem tudo de forma diferente.

6. Conclusão

Essas características são importantes e merecem ser analisadas de forma coletiva e sempre levando em questão a visão do cliente e do grupo alvo que vai receber a informação.

O visagista não deve impor a sua visão dentro dessas questões pois seu papel é o de encaminhar ao sucesso através dos princípios que movimentam o Visagismo, e não colocar as suas expectativas e desejos dentro da situação que está sendo trabalhada.

O objetivo final depois de conhecer essas regras é atentar-se para classificações existentes e a partir dessas categorias impulsionarem as transformações de forma correta e trazendo felicidade e realização verdadeira para o cliente.