Da Ditadura da Aparência à Democratização da Imagem

1. Introdução 

 

Há algumas décadas as mulheres, principalmente as brasileiras, viviam a ditadura da aparência. Buscavam os mais variados recursos para os cabelos, como extensão capilar, mega hair, alisamento definitivo, escova japonesa, escova progressiva, botox capilar, cristalização, californiana, balayage surfer e ombré hair, afirma o professor de Visagismo Virtual Robson Trindade http://educacaovisagismoeprojetos.com.br/parceiros/robson-trindade/ .

Já para retardar o envelhecimento, preenchimentos, cirurgias plásticas, dietas, condicionamentos físicos, enzima botulínica e etc. Além disso, se preocupavam com o destaque social, se valendo de roupas, sapatos, bolsas, acessórios, make up e até carros da moda.

2. Beleza de massa

Era a verdadeira necessidade de seguir a massa, como se estivesse obrigada a seguir um formato pré-estabelecido de apresentação com seus tipos de beleza formatadas, enformada, blindada, engessada, com referências dos padrões estabelecidos por oferecimentos sem conexão com uma identidade própria.

3. Atendimento personalizado ou Fast Beauty
As consumidoras ainda procuram os profissionais em busca de soluções para os seus cabelos?
A partir dessas indagações, começa a oscilar a frequência das clientes nos salões, mãe e filha compram produtos e se autoaplicam e é desta maneira que, amigas, primas e vizinhas também se resolvem no dia a dia.

4. Como a democracia da imagem fez emergir o Visagismo?

Com inúmeras possibilidades e respeitando as características individuais de cada pessoa, investigando e descobrindo o natural na aparência e com isso atendendo as solicitações, os anseios e desejos das consumidoras.

5. Conclusão

Os visagistas criam cada vez mais com solidez, as soluções para a imagem, que está tão perseguida por milhares e milhares de indivíduos.