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Desde o mais remoto dos tempos na história da Humanidade o ser humano sempre deu um jeito de modificar a aparência. Dar um retoque na aparência natural que parece nunca ser exatamente como o desejo de perfeição de cada um. Pinturas faciais sempre foram usadas como recurso de embelezamento ou recado. A pintura de guerra dos índios, os olhos maquiados dos egípcios e as divas do cinema são exemplos claros. Na época atual muitos não se contentam apenas com os recursos infinitos e prodigiosos da maquiagem e levam a insatisfação com a aparência ao extremo absoluto mutilando o rosto ou o corpo até se tornarem um espectro de si.

Estamos em uma nova era onde a inversão de valores, a insatisfação com o tipo físico, a superficialidade são alimentados pela força da comunicação moderna que determina o que e quem é belo e o que ou quem não é, algumas vezes gerando confusão entre pessoas mal informadas, influenciáveis e por isso mesmo mais suscetíveis, levando-as a não perceber o que é  estética e o que é loucura.